Pintura e escultura do mundo

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Pintura e escultura do mundo

Mensagem  Joanlogo em Sex Jan 07, 2011 7:01 pm

Com este tópico procuro colocarmos pinturas e esculturas que gostemos. Encorajo a todos dispor dessas obras de arte que nos impactaram alguma vez.

Começarei, então, com duas pinturas do pintor russo Ivan Ivanovitch Chichkine (em russo : Иван Иванович Шишкин) nascido em 1832 em Ielabuga e fenecido em 1898 em São Petersburgo.



A pousada na floresta «Сторожка в лесу», 1870

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Re: Pintura e escultura do mundo

Mensagem  Joanlogo em Sex Jan 07, 2011 7:07 pm


Manhã em uma floresta de pinheiros «Утро в сосновом лесу», 1886



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Re: Pintura e escultura do mundo

Mensagem  Morcego em Dom Jan 09, 2011 5:03 am



Amadeu de Sousa Cardoso (1887-1918)
Cozinha da Casa de Manhouce
1913, óleo sobre madeira

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Re: Pintura e escultura do mundo

Mensagem  Isabel em Dom Jan 09, 2011 1:41 pm

Poderá classificar-se isto como escultura antiga?







Labirintos no Paço de Tor, Monforte de Lemos, Galiza



E isto como escultura vegetal?


Fachada do Paço de Tor na primavera



E isto como uma miscelânea de pintura e escultura? (pelo piano-forte, não pelos manequins!)


Sala da música do Paço de Tor
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Re: Pintura e escultura do mundo

Mensagem  Joanlogo em Dom Jan 09, 2011 5:44 pm


Dante Gabriel Rossetti, 1874, Proserpine


a modelo foi Jane Morris

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Re: Pintura e escultura do mundo

Mensagem  Nambuangongo em Seg Jan 10, 2011 2:17 am



Sans asile, 1883
Fernand Pelez
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Re: Pintura e escultura do mundo

Mensagem  Nambuangongo em Seg Jan 10, 2011 2:36 am








Eduardo Txillida


Haizearen Orrazia XV (O pente do vento XV)
Donostia, 1976

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Re: Pintura e escultura do mundo

Mensagem  Morcego em Seg Jan 10, 2011 6:48 am



Pintura s/papel "Sem Titulo"
Armanda Passos nasceu no Peso da Régua. Vive e trabalha no Porto. Curso da Artes Plásticas da Escola Superior de Belas-Artes do Porto. Monitora da tecnologia de Gravura na Escola Superior de Belas-Artes do Porto entre 1977-1979. Membro do grupo " Série" Artistas Impressores.

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Paul Klee - Revolution des Viadukts (1937)

Mensagem  Pedro Bravo em Sex Jan 14, 2011 2:35 pm

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Re: Pintura e escultura do mundo

Mensagem  Joanlogo em Sex Jan 14, 2011 5:11 pm



O mar de gelo, 1823-1824


Caspar David Friedrich (5 de setembro de 1774 - 7 de maio de 1840)


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Re: Pintura e escultura do mundo

Mensagem  Joanlogo em Sab Jan 15, 2011 8:47 am


Embora este fio seja somente de pintura e escultura, em volta do teu post, caro Carlos, por uma vez – e seja excepção - esta canção, escrita em 1978, continua de uma atualidade espantosa!!

É que assim vai a Galiza, uns vão bem e outros mal. Mesmo pior


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Re: Pintura e escultura do mundo

Mensagem  mceleiro em Sab Jan 15, 2011 2:06 pm


Como sei um bocadinho do tema, gostaria fazer algumas aclarações:

Fernando Blanco Guerra, de 64 anos de idade, natural do Carvalhinho e atualmente residente na Crunha, é arquiteto, pintor e escultor com uma longa e valiosa trajetória profissional em todos esses âmbitos. Mas a sua ideologia («rojo de mierda» lhe chamam alguns companheiros de profissão e do zoológico político) e o seu falar sincero, livre e politicamente incorreto, sempre lhe causou problemas.


Durante o bipartito, para comemorar o 25 aniversário do Parlamentinho, foi-lhe encarregada uma intervenção comemorativa no jardim do Paço do Hôrreo, e a colaboração com um prestigioso joalheiro no desenho de joias comemorativas para «persoeiros» da vida política, concretamente pins, brincos, e «outras coisinhas» em prata. As joias «levaram» muito mais dos polêmicos 60.000 €, mais isso não sai na maliciosa notícia de GC.



Elaboração de um desenho preliminar para as joias comemorativas

O Fernando Blanco optou por uma só escultura de baixo custo, e em vez de situá-la no parlamento «para os diputados» decidiu intervir na vala exterior de aço para ser uma escultura «para os cidadãos». Formalmente, «o corno», que assim a chamou ele, quer evocar essa forma espiral e de crescimento tão arraigada na nossa cultura. Definida a forma, e o conteúdo simbólico que traz, foi a pele do corno o seu objeto de trabalho. E optou por uma singela e baratíssima estrutura metálica recoberta de escamas metálicas (também uma evocação do mar), para jogar com os reflexos de dia, e com a luz entre elas de noite.

Esta é a estrutura, reduzida à mínima expressão tanto por minimalismo construtivo e simpleza (obsessão do arquiteto), quanto por «rebeldia» a um caro e ponposo encargo:


E estas são as «escamas» do corno, juntando o simbolismo do corno céltico com o simbolismo da serpe maia, muito evocador e conhecido por este escultor que passou longos anos imerso na cultura indígena latino-americana. Essas escamas, são peçinhas de diferentes tamanhos que simbolizam a gente, a multidão em movimento, o povo. Porque o parlamento, deveria ser o movimento do povo que ergue do chão para construir a democracia, atravessando qualquer reixa ou obstáculo que se ponha diante. Democracia ainda inconclusa (corno truncado).


E este é o resultado, um jogo de reflexos diurnos (o cheio) e raios de luz noturos (o vazio), mas sempre uma escultura luminosa, luminosa e nascida da nossa Terra, arraigada na nossa cultura, que não é um cadáver em formol como muitos desejam, senão viva e criativa, imersa na contemporaneidade. Assim deveria ser o nosso parlamento, esse que não é nosso:



É uma escultura em continua mudança, refletindo tudo quanto há em volta dela, mais uma metáfora poética do conceito parlamento, e transgredir as reixas e avançar cara a rua, levando o parlamento aos cidadãos e viceversa:


A que na altura era a presidenta do parlamento, Dolores Villarino, quando viu a estrutura em construção, dirigiu-se a Fernando Blanco, a quem confundiu com um dos operários (não costuma vestir roupa cara) e disse-lhe «Llamen inmediatamente al arquitecto para sacar esta mierda de aqui!!! No veis que esto no se tiene de pié!!!». Fernando Blanco brincou com ela passando por operário, e explicou-lhe que tudo estava bem soldado e que o arquiteto lhes dera planos com tudo calculado. «Y tu que sabrás, pobre diablo!!! Te hé dicho que llames inmediatamente al arquitecto». E assim até que «el arquitecto» que parecia operário cansou de brincar e se apresentou. A Dolores nem se desculpou, e toda raivosa ordenou que não queria tal escultura. Fernando Blanco lembrou que tinha um contrato, se aquilo significava que ficava roto. Ela, toda raivosa, não insistiu mais, simplesmente entrou no edifício cheia de ira.

Depois, nos atos e discursos, a Dolores «admirava-se» com a «maravilhosa escultura»...bla,bla,bla

Com a escultura finalizada, um concelheiro santiaguês do PP tentou «ilegalizá-la» e botá-la abaixo por «invadir a rua». E os conservadores das bancadas populares do parlamentinho botaram-lhe muitas pestes, pois esperavam uma escultura figurativa (talvez bustos de Ronsón, Fdz. Albor e Fraga...) e para eles a escultura contemporânea, igual que para os nazis, era «barbarismo», pelo que «o corno» foi muito polêmico e muito odiado pela gente do PP.

Mas a gente de Compostela gostou muito, sobre tudo com a iluminação noturna, e houve petições para que a escultura, inicialmente temporária, fosse permanente. Deputados do BNG também pediram à Dolores Villarino o não desmantelamento da escultura quado finalizou a comemoração dos 25 anos do parlamento.

A escultura permaneceu, até há bem pouco, mas não por respeito àquelas petições, senão porque os turistas que chegavam à cidade a fotografavam sem parar e gostavam imenso, pelo que foram Turgalicia e o departamento municipal de Turismo quem decidiram a sua permanência como objeto de atrativo turístico.

O Fernando Blanco teve problemas para cobrar os honorários, que foram acima reduzidos do inicialmente acordado (esbanjaram-se mais dinheiros do esperado nas joias de prata?).

Com a mudança do governo e a entrada do PP, «O corno» foi um elemento simbólico a destruir, pois era «do bipartito», e o seu autor, que também desenhara a cenografia da toma de possessão do ex-presidente Tourinho, passou a ser um grande inimigo, pois para eles a sua estética tinha conotações muito negativas. Para que digam que não compreendem o seu simbolismo...

Depois a escultura desapareceu... A Xunta emitiu um comunicado informando da retirada da escultura por deterioro (deterioro questionável, e em todo caso, sempre recuperável) com o consentimento do autor. O autor nem dera o consentimento, nem lhe fora comunicada a retirada, nem sabia do paradeiro da escultura.


E hoje em Galicia Confidencial lemos o desenlace da história....


Última edição por mceleiro em Sab Jan 15, 2011 6:57 pm, editado 5 vez(es)
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Obrigado.

Mensagem  Joanlogo em Sab Jan 15, 2011 3:12 pm

Obrigado, mceleiro, pola alargada explicação. Ficamos, assim, sabendo quem é cada quem neste nosso País de dores, injustiças, esquecimentos quando não de valetas – como as que poetizara Luís Pimentel -,



Apoteose da Guerra (Апофеоз войны), 1871.

Vasily Vasilyevich Vereshchagin (em russo: Васи́лий Васи́льевич Вереща́гин, Cherepovets 26 de outubro de 1842 – 13 de abril de 1904)

que são esses mesmos os que nos malgovernam, tudo desfacem, tudo estragam, tudo destroem. Mas, atenção...

Os que vivemos deste jeito







Ao longo da vida (Всюду жизнь). 1888.

Nikolai Alexandrovitch Iaróchenko (em russo: Николай Александрович Ярошенко), Polatava 1 (13) dezembro de 1846 - 25 junho (7 julho) 1898


Ficamos sabendo para um dia agir e depois rir por fim e melhor:


Os cossacos Zaporozhye escrevem uma resposta ao Sultão Mahmoud IV

(Запорожцы пишут ответ султану Мохаммеду IV), 1891

Ilya Yefímovich Repin (em russo: Илья́ Ефи́мович Ре́пин) (5 de agosto de 1844 na Ucrânia (calendário juliano: 24 de julho) – 29 de setembro de 1930 em Kuokkala, Finlândia)

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O "Orphée" - Orfeu

Mensagem  Joanlogo em Dom Jan 16, 2011 9:05 am



António Alves de Sousa

mais conhecido por Alves de Sousa

Vilar de Andorinho, Vila Nova de Gaia, 9 de Janeiro de 1884

Vilar de Andorinho, Vila Nova de Gaia, 5 de Março de 1922




Orfeu, assolado pela sua infelicidade, procura Eurídice em vão. Acabara de a perder para sempre.

A bonita história (da mitologia grega) de Orfeu pode ser lida aqui.

Em 13 de Novembro de 1911, Alves de Sousa envia, já com algum atraso, à Accademia de Belas Artes do Porto uma das suas provas do penúltimo ano de pensionista (haveria de conseguir prolongar a sua estada como pensionista até 1913, permancendo depois em Paris, a expensas próprias, até 1921, ano anterior ao da sua morte, com várias viagens de permeio a Portugal), e que aqui reproduzimos: o Orfeu.

Quem quiser vê-la ao vivo, deve visitar a Faculdade de Belas Artes do Porto, a São Lázaro (quase em frente á Biblioteca Municipal). Ao entrar na faculdade vira-se à esquerda, para o jardim interno, atravessa-se o mesmo, e o Orfeu encontra-se, imponente, à entrada de um dos pavilhões de aulas. Devo dizer que não tinha ideia de que a estátua era tão grande. Tinha-a visto apenas em fotografias, e parecia-me da dimensão de meio corpo. Quando dei de caras com ela e tive de observar aquela expressão de dor vinda de um homem com quase três metros, fiquei abismado.

Tirado de: http://escultoralvesdesousa.blogspot.com/2009/04/o-orphee-orfeu.html

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Santiago Matamouros

Mensagem  mceleiro em Seg Jan 17, 2011 2:48 pm

Ao pé da polêmica com a escultura «O corno» do 25 aniversário do parlamentinho:



Esculturas que simbolizem o parlamento, o povo e a democracia? Onde imos parar!!!! ...o nacional-catolicismo gosta mais dos «Santiaguitos matamouros»...

Consellería de Cultura e Turismo:
Adquisición dunha escultura representando a Santiago Matamouros para o Museo das Peregrinacións e de Santiago, Negociados sen publicidade, 36.965,52 € sen IVE,
http://www.contratosdegalicia.es/resultado.jsp?N=14449


Simplesmente, questão de mentalidades incompatíveis.
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Santiago Matamouros

Mensagem  Joanlogo em Seg Jan 17, 2011 4:12 pm

Tenho por evidência que os ocupas do Paço de Rajoi são os filhos naturais disto:

(Peço perdão polo feísmo)



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Re: Pintura e escultura do mundo

Mensagem  Joanlogo em Qui Jan 20, 2011 4:16 pm



Mosteiro de Caaveiro

Urbano Lugrís (A Corunha, 1908 - Vigo, 23 de dezembro de 1973)

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Re: Pintura e escultura do mundo

Mensagem  cdurão em Dom Jan 23, 2011 1:14 am

http://galiciaconfidencial.com/nova/6992.html?pag_com=1

"O mesmo día que El País se facía eco da información de GC sobre a estatúa de 60.000 euros, Fojarsa colacaba unha lona sobre os restos do monumento para evitar que máis reporteiros o filmaran. Na madrugada seguinte, despois de que Telecinco aboradara a polémica, un vehículo coas luces apagadas metíao dentro dunha nave desta empresa, segundo informaron veciños da compañía do Milladoiro e lectores deste diario"

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Re: Pintura e escultura do mundo

Mensagem  Joanlogo em Dom Jan 23, 2011 4:48 pm



A Liberdade guiando o povo, 1833


Ferdinand Victor Eugène Delacroix
(Saint-Maurice, 26 de abril de 1798 — Paris, 13 de agosto de 1863)

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Re: Pintura e escultura do mundo

Mensagem  Joanlogo em Seg Jan 24, 2011 3:58 pm



Perseu com a cabeça de Medusa, na Loggia dei Lanzi, em frente à Galleria degli Uffizi, Florença.

encomenda do duque Cosmo I de Médici.

Benvenuto Cellini (Florença, 3 de novembro de 1500 – Florença, 13 de fevereiro de 1571)

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Em memória de Wolfgang Amadeus Mozart que nasceu, tal dia como hoje, em 1756

Mensagem  Joanlogo em Qua Jan 26, 2011 7:11 pm



Mozarts letzte Tage (Derradeiros dias de Mozart) ólio pintado em 1873


Wilhelm von Kaulbach (15 de outubro de 1805 — 7 de abril de 1874)

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Re: Pintura e escultura do mundo

Mensagem  Joanlogo em Sab Jan 29, 2011 4:41 pm



Paisagem do inverno com patinadores

em holandês: Winterlandschap met schaatsers en vogelknip



Pieter Brueghel, "O Velho" (Breda, 1525/1530 — Bruxelas, 9 de setembro de 1569)


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Cego tangendo a sanfona

Mensagem  Joanlogo em Dom Jan 30, 2011 9:52 am


Georges du Mesnil de La Tour (14 março de 1593, Vic-sur-Seille - Lunéville, 30 de janeiro de 1652)

Quadro pintado entre 1610 e 1630.

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Busto de Jean François de Galaup, conde de La Pérouse (Albi, 23 de Agosto de 1741 - No mar, perto das Ilhas Salomão ? 1788)

Mensagem  Joanlogo em Seg Jan 31, 2011 4:03 pm




François Rude (Dijon, 4 de janeiro de 1784 – Paris, 3 de novembro de 1855)

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Re: Pintura e escultura do mundo

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